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Em Destaque
ICMS-ST em revisão em SP:
o que muda para sua empresa
Todos os segmentos que possuem operações, até mesmo para consumo próprio, com os produtos abaixo, sentirão o impacto na alteração de seus preços, uma vez que pela sistemática do ICMS ST é o próprio Governo que estipula a margem de lucro seguinte, logo, sem o ICMS ST essa margem volta a ser a real do comerciante varejista, tendo uma tendência a ser menor. Acompanhe os impactos desses preços que podem influenciar no seu negócio.
O Estado de São Paulo iniciou, em janeiro de 2026, uma revisão importante no regime de Substituição Tributária do ICMS (ICMS-ST), e isso pode impactar diretamente preços, margens e operações das empresas.
Por meio da Portaria SRE nº 64/2025, diversos produtos deixaram de fazer parte do regime de ICMS-ST, passando a seguir o modelo tradicional de tributação.
O que muda na prática?
Com a saída do ICMS-ST, o imposto deixa de ser antecipado e passa a ser recolhido por cada empresa ao longo da cadeia. Isso significa que:
- A margem deixa de ser definida pelo governo
- O preço passa a refletir a realidade de cada operação
- Pode haver ajustes (inclusive redução) nos preços praticados no mercado
Ou seja: a forma de precificar e apurar impostos muda, e isso exige atenção imediata.
Principais segmentos impactados
Diversos produtos já saíram do ICMS-ST em 2026, incluindo:
- Medicamentos
- Bebidas alcoólicas (com exceções)
- Produtos alimentícios industrializados (como sucos, água de coco, snacks, barras de cereal, óleos e azeites)
- Materiais de construção
- Lâmpadas, reatores e starter
- Autopeças (alguns itens)
Próxima mudança já tem data
A partir de 01 de abril de 2026, também sairão do ICMS-ST:
- Produtos de perfumaria
- Higiene pessoal
- Dermocosméticos
(Conforme Portaria SRE nº 94/2025)
O que sua empresa precisa fazer agora
Esse movimento exige ajustes importantes para evitar riscos fiscais:
- Revisar cadastro e classificação de produtos
- Atualizar parametrizações fiscais nos sistemas (ERP)
- Reavaliar a formação de preços e margens
- Garantir que a equipe esteja alinhada com as novas regras
Em resumo
Essa mudança traz mais autonomia para as empresas, mas também aumenta a responsabilidade na gestão tributária.
👉 Quem se antecipa, protege margens e evita problemas.
Fonte: portal.fazenda.sp.gov.br
Comunicados
Radar
NFS‑e – Adequações para IBS e CBS
A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS‑e) continua passando por atualizações para adequação ao novo modelo tributário da Reforma Tributária.
Novos campos e indicadores de operação estão sendo implementados para permitir a correta identificação do local de incidência dos tributos e a futura aplicação do IBS e da CBS.
Essas mudanças fazem parte do processo de preparação do sistema nacional de emissão de notas fiscais de serviços e exigirão adaptação gradual das empresas e dos sistemas de gestão fiscal.
Fonte: gov.br/nfse
Apuração assistida do IBS baseada nos documentos fiscais eletrônicos
O Comitê Gestor do IBS publicou orientações técnicas detalhando que a apuração do novo imposto será realizada de forma assistida, com base nas informações constantes nos documentos fiscais eletrônicos (DF‑e).
Nesse modelo, os sistemas governamentais calcularão automaticamente o saldo de imposto a pagar ou a recuperar, com base nas operações informadas nas notas fiscais e em eventos fiscais vinculados.
Isso aumenta a importância da correta emissão e classificação das notas fiscais, pois inconsistências poderão impactar diretamente na apuração automática do tributo.
Fonte: Comitê Gestor do IBS — gov.br/fazenda
Receita Federal amplia cruzamento fiscal via e‑Financeira
A Receita Federal tem ampliado o uso da e‑Financeira para cruzamento de informações financeiras dos contribuintes com dados declarados em obrigações fiscais.
Instituições financeiras informam periodicamente saldos e movimentações financeiras, permitindo à Receita Federal identificar divergências entre movimentações bancárias e rendimentos declarados.
Esse monitoramento eletrônico tem sido intensificado nos últimos anos e exige maior organização financeira e contábil por parte das empresas e pessoas físicas.
Fonte: Receita Federal do Brasil — gov.br/receitafederal
Atualizações no SPED e obrigações acessórias
O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) continua passando por atualizações para adequação às mudanças introduzidas pela Reforma Tributária.
Empresas devem acompanhar atualizações técnicas em layouts e validações das obrigações acessórias para evitar inconsistências e penalidades.
Manter os sistemas contábeis e fiscais atualizados é essencial para garantir conformidade com as exigências da administração tributária.
Fonte: SPED – Receita Federal — gov.br/receitafederal
Outras notícias que valem a leitura
Receita Federal lança novo serviço “Minhas Dívidas e Pendências” para consulta de débitos fiscais
Ata de Reunião/Assembleia Anual de Sócios — Documento obrigatório, a ser realizado até 30 de abril (4 meses após o fim do exercício social), para aprovar as contas dos administradores e o balanço patrimonial.
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Jéssica Cabral Pontes
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Está à frente da gestão das operações, garantindo que tudo funcione com organização, qualidade e segurança. Acompanha de perto as apurações tributárias, revisa pontos críticos e orienta a equipe no dia a dia. Com isso, ajuda o cliente a evitar problemas, reduzir riscos e ter mais clareza e tranquilidade para conduzir o negócio.
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