Boletim Informativo 2.0

Seu negócio mais seguro começa com informação.


Terça-feira, 19 de maio de 2026

Quando a fiscalização fica mais inteligente, improvisar custa mais caro.

A cada nova atualização fiscal, trabalhista e tributária, uma coisa fica mais clara: empresas que trabalham com organização, previsibilidade e informação conseguem reagir mais rápido e sofrer menos impactos.

Nesta edição, reunimos mudanças que já começam a afetar diretamente a rotina das empresas, desde os primeiros movimentos da Reforma Tributária até novos cruzamentos de dados da Receita Federal e alterações em exigências trabalhistas.

Mais do que acompanhar notícias, o momento exige interpretação, estratégia e preparação.


Na edição de hoje:

📌 Reforma Tributária: empresas poderão ser multadas já a partir de agosto

🧾 NFC-e para CNPJ volta a ser permitida: entenda o que muda

⚠️ Ajuste Sinief altera cronograma de adequações fiscais

🦺 Novas exigências sobre laudos de insalubridade e periculosidade

💰 Governo confirma uso do FGTS em novo programa de renegociação de dívidas

📊 O que mudou no IR do empresário e por que a “parcela isenta” desapareceu


Sem tempo para ler agora?

Ouça a versão em áudio desta edição e acompanhe os principais pontos da quinzena de forma objetiva.

Leve este boletim com você e acompanhe os destaques enquanto trabalha ou dirige.


DESTAQUE DA EDIÇÃO

Reforma Tributária

empresas poderão ser multadas já a partir de agosto

A Reforma Tributária ainda nem começou oficialmente, mas as penalidades já têm data para aparecer.

Empresas que deixarem de cumprir as exigências relacionadas à fase de adaptação do novo modelo poderão começar a sofrer multas a partir de agosto. O foco está principalmente nas adequações cadastrais, fiscais e operacionais exigidas para a transição.

O problema é que muitas empresas ainda tratam a Reforma como um tema distante, quando, na prática, ela já começou a impactar rotinas fiscais, sistemas internos e obrigações acessórias.

Mais do que uma mudança tributária, o novo modelo exige revisão de processos, organização de dados e integração entre áreas fiscal, contábil e operacional.

Quem deixar para ajustar tudo apenas quando o novo sistema entrar em vigor tende a enfrentar um cenário mais caro, mais complexo e muito menos previsível.

A discussão deixou de ser “quando a Reforma chega” e passou a ser:
sua empresa está preparada para operar dentro dela?

Fonte: https://noticias.iob.com.br/

PONTO DE VISTA PRO FIRMA

A Reforma Tributária não será apenas uma mudança de alíquotas. Ela muda a lógica operacional das empresas.

Negócios que possuem processos desorganizados, cadastro inconsistente ou baixa integração fiscal provavelmente sentirão os impactos primeiro, e com mais intensidade.

O período de adaptação é justamente o momento para corrigir estruturas, revisar riscos e preparar a operação para um ambiente fiscal mais automatizado e mais rigoroso.


O QUE EXIGE ATENÇÃO

NFC-e para CNPJ volta a ser permitida: o que muda agora?

Após mudanças recentes nas regras, a emissão de NFC-e para compradores com CNPJ volta a ser autorizada em determinadas operações.

Na prática, isso reduz limitações que vinham afetando empresas em compras presenciais e operações de menor valor, principalmente em estabelecimentos varejistas.

Mesmo parecendo uma alteração simples, o ajuste impacta diretamente emissão fiscal, parametrização de sistemas e rotinas comerciais. Empresas que operam com grande volume de vendas devem revisar seus processos para evitar erros de emissão e inconsistências fiscais.

Fonte: https://blog.econeteditora.com.br

Ajuste Sinief altera cronograma de adequações fiscais

O Confaz publicou alterações no cronograma de adequação de documentos fiscais eletrônicos em situações específicas.

Embora parte das mudanças represente mais prazo para adaptação, o cenário continua exigindo atenção das empresas, especialmente na atualização de sistemas e processos internos. O ambiente fiscal brasileiro está cada vez mais digital, automatizado e integrado. E isso significa que atrasos operacionais hoje podem virar problemas fiscais amanhã.

Fonte: https://www.contadores.cnt.br

Nova regra muda exigências sobre laudos de insalubridade e periculosidade

As regras relacionadas aos laudos técnicos de insalubridade e periculosidade passaram por mudanças importantes, e muitas empresas ainda não perceberam o impacto disso.

A atualização altera exigências sobre validade, elaboração e responsabilidade técnica dos documentos.

Na prática, isso aumenta a necessidade de revisão preventiva dos laudos existentes, principalmente em empresas com exposição ocupacional, áreas operacionais ou atividades de risco. Esperar fiscalização para revisar documentação costuma sair mais caro do que adequar preventivamente.

Fonte: https://blog.econeteditora.com.br


NO RADAR DAS EMPRESAS

Governo confirma uso do FGTS em novo programa de renegociação de dívidas

O governo federal confirmou que o FGTS será utilizado no novo programa de renegociação de dívidas, ampliando o alcance das medidas voltadas ao crédito e recuperação financeira.

A iniciativa busca facilitar acordos e reduzir a inadimplência, mas também levanta discussões sobre planejamento financeiro e uso estratégico de recursos trabalhistas.

Para as empresas, o movimento sinaliza uma preocupação crescente do mercado com endividamento, crédito e capacidade financeira da população, fatores que impactam diretamente consumo, inadimplência e previsibilidade econômica.

Fonte: https://www.gov.br


Quem Faz a Pro Firma

Monique Menacho

financeiro@profirma.com.br

Consultor em Foco

Monique Menacho

Financeiro

Atua diretamente na organização financeira e operacional, garantindo processos mais seguros, eficientes e bem estruturados no dia a dia da empresa. Acompanha controles internos, auxilia na prevenção de falhas e atrasos e contribui para que o cliente tenha uma experiência mais organizada, profissional e confiável.

Seu trabalho ajuda a fortalecer a estabilidade da operação e a relação de confiança entre empresa e cliente.


YouTube Pro Firma

Reforma Tributária 2026 — O Que Muda no Mercado Imobiliário

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Pro Firma Explica

Informe de rendimento / Pessoa Física Empresária / o que e porque mudou?

Os empresários ao declararem seus IRPF nesse ano de 2026 referente aos fatos ocorridos em 2025, sentiram falta daquela famosa “parcela isenta” em seus informes, declarada pela contabilidade na falecida declaração DIRF, em que era informado o valor apurado como parcela isenta de retirada de lucros da empresa pelo sócio com base em seu faturamento e não necessariamente ao que de fato havia retirado como lucro, uma vez que a empresa não faz a devida escrituração contábil com todos os comprovantes de despesas etc e que até por isso optou pela distribuição via parcela isenta e não pela contabilidade real.

Diante disso, as contabilidades se depararam com um grande desafio, como declarar o valor efetivamente retirado como lucro pelo sócio na REINF declaração que substituiu a DIRF, mas que deve refletir ao valor real retirado e não mais apenas pela presunção?

Se a Contabilidade declara somente o valor da parcela isenta e no confronto da Receita Federal, que agora é mês a mês, em que o Banco declara um valor de retirada superior, direto para uma conta da pessoa física do sócio ou para pagamentos de contas pessoais, a Receita pode deduzir que a retirada como lucro foi maior e solicitar a devida tributação de IR não feita sobre o excedente.

Em resumo, a obrigatoriedade sempre existiu e sempre orientamos a todos os nossos clientes a enviarem toda movimentação de sua empresa, inclusive extratos bancários e comprovantes de pagamentos e de recebíveis, isso facilita e lhe dá clareza sobre os números de forma real da sua empresa, lhe ajudando na correta gestão e a impulsionando para o crescimento sustentável, que é o que mais almejamos para sua empresa, que ela tenha vida longa e saudável, por isso, caro cliente, mais do que nunca nos envie toda movimentação de despesas da sua empresa.

Conte com o time da Pro Firma, para passarmos juntos por mais esse momento de mudança.

Por Jéssica Cabral
Contadora / Gerente Geral / Fiscal da Pro Firma


Dúvida da Quinzena

Posso transferir dinheiro da empresa para minha conta pessoal sem problemas?

Depende.

Retiradas feitas sem organização contábil adequada podem gerar inconsistências fiscais e chamar atenção da Receita Federal, principalmente com os novos cruzamentos eletrônicos de informações.

Por isso, é fundamental que toda movimentação entre empresa e sócios esteja corretamente registrada e alinhada à contabilidade da empresa.


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